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A artrite reumatoide é uma doença sistêmica ligada a autoimunidade que incide em 1% da população, acometendo particularmente as articulações, podendo promover deformidades comprometendo a sua função.  A obesidade é um problema sério de saúde pública mundial que se associa a muitas doenças crônicas, incluindo hipertensão arterial, diabetes, doenças coronárias e câncer.

Estudos vêm demonstrando que a obesidade e o sobrepeso desencadeia um processo inflamatório generalizado com o aumento do risco de desenvolvimento da artrite reumatoide. Ela também contribui para uma evolução mais agressiva da doença, bem como com a diminuição da eficácia do seu tratamento.

O impacto desta da   cirurgia bariátrica em doenças inflamatórias sistêmicas, como a artrite reumatoide não havia ainda sido estudado. Mas os estudos recentes têm demonstrado que a perda de peso, melhora e ajuda a controlar as doenças crônicas acima citadas.

Em trabalho realizado na Escola de Medicina de Harvard, Boston, USA, por Jeffrey Sparks et col., publicado em dezembro de 2015, na Revista Arthritis Care & Research, concluiu-se que os pacientes portadores de artrite reumatoide, submetidos a cirurgia de obesidade apresentaram uma redução da inflamação articular, bem como melhora dos marcadores inflamatórios no sangue e, uma importante redução do uso de medicamentos.  Logo, a perda de peso é um fator importante na estratégia terapêutica da artrite reumatoide, pois, além de reduzir a atividade inflamatória, melhora a eficácia dos medicamentos, melhora as provas metabólicas, bem como, melhora a disposição dos doentes para a atividade física.

Portanto, procure um reumatologista, o clinico do aparelho locomotor, profissional preparados e especializado para o diagnóstico e tratamento da artrite reumatoide.

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Terapia biologica na artrite reumatoide:
qual a melhor opção na falha de um anti-TNF

DAS-28 / anti-TNFPara pacientes com artrite reumatoide que no seu tratamento utilizaram um dos agentes  anti-TNF (etanercept, adalimumab, infliximab, certolizumab) em que não houve resultado.

Em Estudo realizado com 292 pacientes pelo pesquisador  Jacques-Eric Gottenberg, MD, PhD, no Centro de Doenças  Sistemicas Autoimunes em  Strasbourg, França em que houve falha do anti-TNF dos quais 38 pacientes apresentavam anticorpos anti-TNF,  foram utilizados em um grupo agentes como: abatacept, rituximab e  tocilizumab que possuem mecanismos de ações distintos dos anti-TNFs  e em outro grupo um segundo anti-TNF por um período de 48 semanas.

Em conclusão: os estudos demonstraram  que a substituição de um agente anti-TNF por outro agente com mecanismo de ação distinto, promoveu melhores resultados no controle da inflamação, medido pelos índice convencionais. Como o DAS-28.

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GotaUm estudo publicado no Annals of the Rheumatic Diseases em agosto de 2015 avaliou o risco do aparecimento de gota em pacientes portadores de psoríase e artrite psoriática.

Foram avaliados 27.751 homens e 71.059 mulheres portadores de psoríase ou artrite psoriática. Foram documentados 2217 casos de gota.

Os pacientes portadores de psoríase apresentaram um aumento do risco em desenvolver gota. Este risco foi maior ainda nos pacientes portadores de artrite psoriática.

Sendo assim temos que passar a nos preocupar com controle dos níveis de ácido úrico nos pacientes portadores de psoríase e artrite psoriática salientam os reumatologistas Jose Goldenberg e Evelin Goldenberg, da Clinica Goldenberg, São Paulo.

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OSTEOARTROSE-de-MAOSUm estudo publicado no Annals of the Rheumatic Diseases em agosto 2015 demonstrou que exercícios foram bem tolerados e melhoraram a performance para atividades rotineiras, força de preensão e a dor em mulheres portadoras de osteoartrose de mãos.

Este artigo é extremamente importante pois demonstra a importância dos exercícios no tratamento da osteoartrose de mãos além do tratamento medicamentoso, alertam os reumatologista Jose Goldenberg e Evelin Goldenberg, da Clinica Goldenberg, São Paulo.

 

Leia mais: OSTEOARTROSE

 

 

 

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Mãos Rigidez matinalA Rigidez Matinal é sintoma muito comum que pode prejudicar os movimentos e a função  articular  ao levantar da cama, ou mesmo se manifestar durante a madrugada.  Acomete principalmente as pequenas articulares das mãos, com duração de minutos a horas.  A valorização deste sintoma requer um exame clinico, visto que pode estar presente entre outros em doença não inflamatória, como a osteoartrose, ou ser a manifestação inicial de uma doença reumática, como a artrite reumatoide, ou lúpus eritematoso sistêmico. Em outras situações como a menopausa.

A presença de rigidez matinal, juntamente com fadiga é muitas vezes mencionada como um dos primeiros sintomas de artrite reumatoide.  Portanto, rigidez matinal é geralmente avaliada no processo de diagnóstico diferencial dos pacientes com queixa de artralgia (somente dor articular) ou artrite.

Os dados científicos sobre o valor diagnóstico deste sintoma são surpreendentemente escassos. Na literatura foi mencionado que a rigidez matinal é um sintoma fraco e de pouca relevância para o diagnóstico diferencial  de artrite reumatoide e outras doenças reumatologias. Estas conclusões foram baseadas em dois estudos, com amostras relativamente pequenas.

Este sintoma não mais faz parte dos critérios diagnósticos da artrite reumatoide do Colégio Americano de Reumatologia 2010 (ACR) / European League Against Rheumatism (EULAR), quando anteriormente faziam parte dos critérios de classificação para a artrite reumatóide nos anos de 1958 e 1987. Embora seja conhecido que a rigidez matinal está associado com a atividade da doença, incapacidade funcional e perda de trabalho  na artrite reumatoide, não esta determinado se a rigidez de manhã é um fator de risco para uma doença mais grave refletida por danos estruturais ou persistência da doença.

Em conclusão: estudos recentes tem demonstrado que a incorporação de rigidez matinal no processo de diagnóstico de sintomas comuns na prática diária é valiosa. A duração da rigidez matinal de 30 minutos deve ser valorizada.

Procure o reumatologista ao apresentar sintomas de rigidez matinal, pois, o diagnóstico precoce permitirá um tratamento adequado.

Leia mais: Artrite Reumatóide

Leia mais: Lúpus

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A doença reumática não esta restrita apenas ao sistema musculoesquelético, ela pode também estar associada a manifestações em outros órgãos e sistemas, incluindo as manifestações oculares.

Os Olhos e a Doença ReumaticaEstas manifestações podem ocorrer em todas as estruturas dos olhos, desde o comprometimento da conjuntiva, ou seja, uma simples conjuntivite até da retina ou do nervo ótico, que pode desencadear a cegueira. O envolvimento oftalmológico nas doenças reumáticas é frequente.

Nas doenças reumatologicas o acometimento dos olhos é frequente, e, em proporções variáveis segundo a doença de base e, em alguns casos, essa pode ser a primeira ou a única manifestação da doença, o que dificulta muitas vezes o seu diagnóstico e requer conhecimento e cautela. A salientar que em apenas 40% a 50% das inflamações oculares é possível estabelecer o diagnóstico de uma doença sistêmica, entre elas as reumáticas.

O reumatologista é um dos especialistas que tem conhecimento das diferentes manifestações inflamatórias oculares e dos possíveis diagnósticos diferenciais para cada uma delas, o poderá permitir a realização de um diagnóstico no menor tempo possível permitindo a instituição de um tratamento mais adequado melhorando o prognóstico visual, além da sobrevida desses  pacientes, visto que algumas lesões oculares expressam a gravidade da doença, como por exemplo, nas vasculites sistêmicas dos grandes vasos ou doença de Behçet que pode estar presente em 70% a 80% dos casos.

Elas ocorrem num grande número de doenças reumatológicas diferentes, entre elas: artrite idiopática juvenil, doenças autoimunes (artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia sistêmica progressiva, síndrome de Sjogren), vasculites (periarteritre nodosa, arterite de células gigantes, doença de Wegener), espondiloartropatias associadas ao HLA-B27 (espondilite anquilosante, artrite psoriásica, artrite reativa, artrite das doenças inflamatórias intestinais), doenças metabólicas, como a gota.

As principais inflamações oculares presentes nas doenças reumatológicas são: esclerite (inflamação daparte branca do olho, parede externa), uveíte (inflamação da  úvea, que  é constituída por três estruturas a íris, o corpo ciliar e a coróide) e lesão na periferia da córnea (estrutura transparente anterior do olho).

 

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O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sinais e sintomas podem se manifestar em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (em meses) ou mais rapidamente (em semanas) com períodos de atividade e de remissão.

É uma doença que acomete predominantemente mulheres em idade fértil. Entretanto, a gravidez nas lupicas carrega um risco materno-fetal mais elevado em comparação com a gravidez em mulheres saudáveis. Assim, uma abordagem multidisciplinar com acompanhamento pelo reumatologista e o obstetra é necessário para que ocorra uma gestação a bom termo para ambos, mãe e o filho.

Qual é melhor momento para engravidar?  Ao longo deste texto vamos responder esta duvida.

O que é Lupus?O ideal é que todas as gestações em mulheres com lúpus devem ser planejadas durante os períodos em que a doença esta fora de atividade inflamatória em pelo menos seis meses antes da concepção, visto que a mesma estando em atividade no momento da concepção é um forte indicador de complicações gestacionais, pois os estudos demonstram que nesses casos existe um risco de pelo menos 8% a 10% maior de complicações tais como, abortos, e mortalidade perinatal.  Apesar deste risco, a maioria das gestações resulta em nascidos vivos.

Antes de buscar uma gravidez, é necessário e essencial uma avaliação reumatologia e obstétrica com exames laboratoriais específicos, a fim de determinar qual o risco materno ou fetal.

As mulheres devem ser alertadas de que a suspensão do medicamento com a concepção irá aumentar o risco de reativar o lúpus e complicações na gravidez. Idealmente, as mulheres que consideram concepção devem ser mantidas em uso de medicações com o melhor perfil de segurança compatível com a gravidez.

A avaliação de risco do risco pré-concepcional em mulheres com LES deve incluir uma avaliação da atividade da doença e os órgãos e sistemas acometidos, bem como um estudo especifico e imunológico.

As pacientes devem ser conscientizadas que durante a gestação e no período pós-parto poderá ocorrer uma reativação da doença, particularmente em duas situações: doença ativa durante os seis meses antes da concepção, história de nefrite lúpica.

O acompanhamento médico dessas gestantes requer uma estreita colaboração entre um reumatologista e um obstetra experiente em cuidar de mães de alto risco. As mulheres devem ser avaliadas por um reumatologista para a atividade da doença pelo menos uma vez a cada trimestre, e mais frequentemente se eles tiverem LES ativo. A avaliação periódica da atividade da doença também deve ser continuada durante o período pós-parto.

Logo, se você é portadora de LES e esta pensando em gravidez, procure o reumatologista para orientação.

Leia mais: Lúpus

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A osteoporose é a principal doença ósseo metabólica da espécie humana e, na atualidade um dos problemas mais importante de saúde pública no mundo. Sua definição segundo a OMS (organização mundial de saúde) é:

“Doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração de sua micro arquitetura o que promove aumento da fragilidade do tecido ósseo e maior susceptibilidade à fratura. Acomete mulheres, homens e inclusive crianças. É uma doença que pode ser diagnosticada precocemente, o que permite a sua prevenção.”

Existem dois tipos de osteoporose primária: a tipo 1 que, ocorre na pós menopausa, em mulheres entre 50-60 anos. E a tipo 2 acomete que mulheres após os 70 anos

A osteoporose secundária ocorre em decorrência a alguma doença, ingestão de medicamentos ou alguns hábitos de vida. Dentre elas, temos a diabetes, anorexia nervosa, doenças da tireoide, e da paratireoide, artrite reumatóide, deficiência de vitamina D, entre outras. Alguns medicamentos como o uso de crônico de corticoides, heparina, anticonvulsivantes bem como hormônios tireoidianos que também são encontrados em algumas fórmulas de emagrecer são responsáveis pelo aparecimento da osteoporose. O estilo de vida como abuso de álcool e café, tabagismo, imobilização prolongada, ingestão excessiva de proteínas e baixa ingestão de cálcio e vitamina D, também colaboram para o seu aparecimento.

Estes pacientes com osteoporose podem também apresentar queixas auditivas, muitas vezes não valorizadas por determinadas especialidades médicas. Estudo publicado em pacientes asiáticos no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, constatou que este pacientes com osteoporóticos apresentam um risco maior de 1,76 vezes de desenvolver a Surdez Súbita.

Segundo este estudo pacientes com osteoporose que apresentavam outras doenças como, diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica, tinham maior risco de Surdez Súbita. A grande maioria dos pacientes eram do sexo feminino (89,5%) e com mais de 50 anos de idade( 91%). Os autores observaram que quanto maior a gravidade da osteoporose, maior o risco de manifestar deficiências auditivas.

Em conclusão, os médicos não devem ignorar problemas de audição em pacientes com osteoporose, da mesma maneira que pacientes com osteoporose devem estar cientes e informar o seu médico se eles manifestam algum tipo de deficiência auditiva.

Procure o reumatologista, especialista em clinica médica e do aparelho locomotor.

 

Leia mais: Osteoporose em Mulheres e Homens

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Artrite reumatoide em pacientes expostos ao
vírus da hepatite B: segurança terapêutica do infliximabe

A artrite reumatóide (AR) é uma doença auto-imune que tem seu impacto maior nas articulações, promovendo danos estruturais, prejuízo de sua função e da qualidade de vida.

O seu tratamento convencional medicamentoso inclui entre outros antiinflamatorios, drogas modificadoras da doença (DMARDs), e muitos pacientes tem resultados insatisfatórios. Estes casos são denominados artrite reumatoide refratária.

Para esses pacientes os  agentes biológicos, que incluem entre outros os anti-TNF-alfa, prescritos a mais de uma década, como por exemplo, o  infliximabe tem um papel cada vez mais importante no tratamento dessas doenças, principalmente da artrite reumatoide. A eficácia desse agente biológicos tem sido demonstrada ao longo desses anos, principalmente por  inibir a progressão da doença e os danos estruturais. No entanto, tem também sido cada vez mais reconhecida o seu risco de induzir ou exacerbar quadros infecciosos.  Além disso, tem havido debates sobre utilização de agentes biológicos em pacientes com história de vírus da hepatite B, portadores de AR.

Com esse objetivo foi realizado um estudo multicêntrico retrospectivo na China, onde se avaliou a segurança de infliximabe em 234 pacientes com AR  provenientes dos departamentos de reumatologia de 21 hospitais na China (2007/2008 ), que receberam infusões de infliximabe 3 mg / kg, na semana 0, 2, 6, 14 e 22.

Desta casuística foram incluídos 41 pacientes  com história de infecção crônica pelo vírus B (status sorológico negativo de HBsAg, soro positivo HBsAb, e/ou positivo anti-anti-HBe e ou  anti-HBc),mas  com função hepática normal conforme provas laboratoriais.  Desses  7 homens e 34 mulheres, com idade média de 46,2 ± 2,7 anos e duração média da doença de 11,4 ± 5,7 anos. Todos os pacientes estavam recebendo metotrexato com uma dose estável por pelo menos 3 meses antes da administração de infliximabe, sem alívio acentuado dos sintomas articulares. Os pacientes foram excluídos se tivessem insuficiência cardíaca, infecção tuberculosa latente, infecção ativa grave hepatite B ou C, ou com HBsAg positivo ou HBeAg.

Os prontuários dos pacientes foram revistos, incluindo informações sobre a duração da doença, exames laboratoriais e os marcadores do vírus B. Os dados sobre a função do fígado durante o estudo foi analisada, assim como a comparação entre os pacientes com uma exposição anterior ao vírus da hepatite e pacientes sem essa exposição.

Os autores concluíram  que as provas de função hepática  permaneceram na  faixa normal e as diferenças foram insignificantes quando comparados com os valores basais. Não houve diferença estatisticamente significativa na incidência de alterações da função hepática durante o tratamento de infliximabe entre os pacientes com exposição prévia ao vírus B e aqueles sem essa exposição.

Portanto, pacientes com artrite reumatóide com exposição ao vírus da hepatite B, mas com uma função hepática normal, e negativa HBsAg no início do estudo, alterações da função hepática não foram observados durante o tratamento com infliximabe, nem reagudização da doença.

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GOTA apresenta um aumento contínuo!Os níveis elevados de ácido úrico no sangue e nos tecidos são conhecidos por causar a gota –  doença reumática – devido ao acumulo de ácido nas articulações. Níveis elevados de acido úrico, também estão associados com os marcadores de síndrome metabólica, o qual é caracterizada pela obesidade, hipertensão arterial, açúcar elevado no  sangue elevado  e, níveis elevados de colesterol.

Um estudo realizado na Universidade de Washington de Medicina em St. Louis  e publicado em 07 de agosto de 2014, na  Nature Communications  sugere que o excesso de ácido úrico no sangue pode ter consequências desagradáveis, visto que dependendo de determinadas condições pode alterar o metabolismo normal.

O estudo mostrou que ácido úrico pode desempenhar um papel direto, como um possível  causador no desenvolvimento da síndrome metabólica.  O trabalho também mostrou que o intestino é um importante mecanismo de depuração  para o ácido úrico, abrindo  perspectivas para novas terapias com  potencial para prevenir ou tratar a síndrome metabólica e diabetes tipo 2

Novos estudos estão sugerindo que o  ácido úrico pode desempenhar um papel importante na causa da síndrome metabólica, um conjunto de fatores de risco que aumenta o risco de doença cardíaca e diabetes do tipo 2.

Os investigadores também observaram que o alopurinol e a droga padrão utilizada para a  redução da  produção de ácido úrico no organismo  mostrou efetividade  no tratamento de vários pacientes, reduzindo a pressão arterial e os níveis de colesterol total.

A exposição ao ácido úrico é impossível de evitar, porque é um subproduto normal da degradação e renovação das células do corpo. Mas não há evidências de que a dieta pode contribuir para os níveis de ácido úrico. Muitos alimentos contêm compostos chamados purinas que se decompõem em ácido úrico.

A utilização de alimentos  e refrigerantes adoçados a base de frutose também são prejudiciais, visto as  evidências sugerem que o metabolismo de frutose no fígado também aumenta  a produção de ácido úrico.

Assim sendo, o reumatologista ao tratar a gota obrigatoriamente tem que pesquisar a presença da síndrome metabólica, pois, esta pode ter consequências nefastas com infarto do miocárdio e o derrame (AVC).